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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Conferências segmentadas discutem políticas em Segurança Alimentar

Renato Waquim (Rosário Notícias)     julho 30, 2015  Sem Comentários

Governo realiza Conferência de Segurança AlimentarProdutores de cerca de 50 municípios do Maranhão participaram da Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional de Segmento – Pescadores Artesanais e Agricultores. O evento foi promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes) e Conselho Estadual de Segurança Alimentar (Consea), na última terça (28) e quarta-feira (29), em São Luís. De 4 a 6 de agosto serão realizadas as conferências nos municípios do Plano Mais IDH e, em seguida, de 17 a 19, a Conferência Estadual de Segurança Alimentar.
Essa é a primeira de várias conferências que discutirão a segurança alimentar e nutricional em todo o estado. O lema dos encontros é “Comida de verdade no campo e na cidade: por direitos e soberania alimentar”.
A Conferência viabiliza a participação de pescadores e agricultores nas decisões sobre quais medidas eles sugerem para a política de segurança alimentar e nutricional do Maranhão e que propostas pretendem defender na 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, a ser realizada este ano.
O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista, disse que o momento marca a consolidação da política de Segurança Alimentar e Nutricional do Maranhão. “Este ano, com o empenho do Conselho Estadual, foi possível realizar conferências em 114 municípios maranhenses. Este é um grande avanço na discussão e planejamento das ações necessárias para assegurar qualidade de vida à população, no âmbito da segurança alimentar”.
Para o presidente do Consea, Eurico Fernandes, as ações da Sedes, unidas ao empenho do conselho em fortalecer a segurança alimentar e nutricional garantem, ao Maranhão, resultados significativos, sobretudo quando se trata da instituição de conselhos municipais de segurança alimentar. “Tudo isso vamos discutir e consolidar durante as conferências”.
Membro do conselho, Concita da Pindoba, disse ser importante agregar a ponta da cadeia produtiva do pescado às ações governamentais. “O pescador precisa ser ouvido e consultado sobre de que forma pode participar das ações que vão garantir a segurança alimentar da população. Com o crescimento dos pontos de alimentação, nossa participação poderá ser forte. As cooperativas de pesca, por exemplo, que se multiplicaram em todo o estado, são um exemplo prático de como o setor sabe e pode empreender”.
A Sedes já têm estabelecido para as empresas terceirizadas, responsáveis pela manutenção dos Restaurantes Populares e Cozinhas Comunitárias, a compra de alimentos direto dos produtores, sejam agricultores ou piscicultores. Com o incremento na quantidade de unidades, segundo o secretário Neto Evangelista, a participação dos produtores rurais da cadeia produtiva será potencializada. “Serão mais cinco restaurantes populares, sendo dois em São Luís e três no interior do estado e mais 30 cozinhas comunitárias”, informou.
Conferência Nacional
As conferências municipais, as segmentadas e a estadual atuam como preparação para a conferência nacional. De forma inovadora, as conferências deste ano priorizaram a participação de segmentos fundamentais para efetivação das ações do setor, mas que não eram inseridos no foco das discussões das políticas da área.

Já foi realizada conferência segmentada com pescadores e aquiculturas. De 4 a 6 de agosto acontecerão as conferências com o público dos municípios incluídos no Plano de Ações Mais IDH e com quilombolas, comunidades de matriz africana e população negra.
Nos dias 17 a 19 de agosto acontece a Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional, que marca a consolidação das discussões de todos os encontros anteriores e traça as perspectivas do Maranhão para participação na conferência nacional, Brasília, de 3 a 6 de novembro.
Segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios (Pnad-2013) sobre Segurança Alimentar, divulgados em dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Maranhão possui a pior situação do país em relação a insegurança alimentar, que atinge 60,9% da população do estado. “Com base nos índices negativos que marcam o Maranhão, também na área da alimentação, o governador Flávio Dino tem priorizado as ações pontuais. Até o final de 2016, passaremos de 7 para 42 unidades públicas de alimentação em todo o estado, oferecendo refeições adequadas nutritivamente”, informou o secretário Neto Evangelista.


Fonte: Governo do MA.

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