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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Solicitada providências para caso de presa encontrada com celular no útero

Renato Viana Waquim     outubro 24, 2012  Sem Comentários


Juíza da 1ª Vara da comarca de Rosário, Rosângela Prazeres
Em nota enviada à Assessoria de Comunicação da Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão, a juíza da 1ª Vara da comarca de Rosário, Rosângela Prazeres, informa que desde a segunda-feira (22), quando foi comunicada pelo delegado de Bacabeira, Davi Feller, sobre a presa encontrada com celular no útero, determinou a expedição de ofício à Superintendência de Polícia do Interior, bem como ao Secretário de Segurança Pública para adoção das providências que o caso requer.
O episódio envolvendo a presa de Justiça de São Luis, Leiliane Boás da Silveira, encontrada com um aparelho celular escondido dentro do útero, foi comunicado à magistrada em ofício assinado pelo delegado, no qual Feller relata que "o fato só foi descoberto devido a fortes dores e febre das quais a presa passou a se queixar e, após ser submetida a um exame de raio-X do útero no Hospital Socorrão II, em São Luis".
No documento, o delegado solicita da magistrada a imediata transferência da detenta para outra unidade prisional, bem como medidas para impedir o encaminhamento de outras presas para a Delegacia de Bacabeira, devido "à precariedade das instalações e à superlotação" da mesma.
Segundo Rosângela, a presa continua na Delegacia de Bacabeira, uma vez que a informação é de que não há vaga para a detenta em São Luís.
Problemas - De acordo com a magistrada, Leiliane Boás da Silveira responde a processos pelos crimes de tráfico de entorpecentes e homicídio na comarca de São Luís, mas foi transferida para a Delegacia de Bacabeira porque apresentava sérios problemas de comportamento no presídio femenino, onde estava custodiada anteriormente.
Interdição - Na nota, Rosângela Prazeres ressalta que inspecionou recentemente a Delegacia de Bacabeira, tendo encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça relatório descrevendo o estado precário da unidade prisional. No documento, a magistrada cita o funcionamento da delegacia - apesar de interditada judicialmente - e a omissão da Secretaria de Segurança Pública na correção dos problemas apontados, inclusive relacionados à insalubridade constatadas pela Vigilância Sanitária.(Ascom/CGJ)

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