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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Refinaria Premium I é discutida na Fiema

Renato Viana Waquim     maio 10, 2012  Sem Comentários

Projeto Conversa de Economista mostrou estudo que vai monitorar os impactos causados pelo empreendimento em São Luís, Rosário, Bacabeira e Santa Rita




   Veruska Oliveira/Ascom/Fiema 





Superintendente da Fiema e conselheiro do Corecon-MA,
Marco Antônio Moura, fala da importância
do debate  sobre a Refinaria Premium I

ASCOM/FIEMA

SÃO LUÍS/MA - O estudo sobre a criação de um sistema de monitoramento dos impactos causados pela instalação da Refinaria Premium I no Maranhão foi apresentado a empresários maranhenses na última terça-feira (8), no projeto Conversa de Economista.
Promovido pelo Conselho Regional de Economia do Maranhão (Corecon-MA), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), o evento reuniu ainda técnicos e coordenadores de área do Sistema Fiema e do governo estadual, em um debate sobre os desafios impostos pela chegada do empreendimento, considerando o desenvolvimento dos municípios no entorno (São Luís, Rosário, Santa Rita e Bacabeira).
A edição do projeto Conversa de Economista fez parte do calendário de ações planejadas pelo Sistema Fiema para o mês da indústria (Maio).
A pesquisa foi apresentada pelo vice-presidente do Corecon-MA, professor do Departamento de Economia da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) e doutorando em Políticas Públicas (Ufma), Felipe de Holanda, e por mais dois pesquisadores: a economista Laura Regina Carneiro, graduada em Ciências Econômicas (Ufma), Administração (Uema) e Pós-Graduada em Engenharia Econômica (UERJ), e o graduando de Economia (Ufma), Roberto Matos.
“O Corecon-MA é um grande parceiro do Sistema Fiema e, hoje, realizamos em conjunto esse debate sobre as consequências, em termos de entraves e desafios, mas principalmente oportunidades de negócio, que a Refinaria Premium I vai trazer se instalando no Maranhão”, disse o superintendente da Fiema, Marco Antônio Moura, que abriu a palestra na Fiema.
Durante sua exposição, Felipe de Holanda explicou que a apresentação é fruto do resultado de uma pesquisa que está buscando monitorar os impactos da instalação da Refinaria Premium I no território do entorno desse empreendimento, tendo em vista os objetivos do milênio. O estudo está sendo desenvolvido por oito departamentos da Ufma e um departamento da Uema, seguindo a metodologia adotada pela ONU-HABITAT.
“Como resultado, será construído um sistema de indicadores capaz de identificar quais as principais transformações e os principais desafios que a instalação da Refinaria Premium I está trazendo, do ponto de vista da geração de empregos, da geração de oportunidades de negócios, identificando eventuais gargalos, tendo como foco o desenvolvimento da economia maranhense”, disse o economista.
Para discutir com os industriais na Fiema, três eixos principais foram abordados pelos pesquisadores. “Os aspectos de maior relevância que trouxemos para discutir com os empresários da indústria maranhense são exatamente o adensamento das cadeias produtivas, a questão da qualificação de mão de obra e da infraestrutura”, listou Felipe.
Para o pesquisador, um investimento desse porte traz enormes desafios, na medida em que atrai grande contingente de população para a área do entorno, além de trazer desafios também aos empresários, no que diz respeito à capacitação e à escala das demandas do projeto.
Ainda segundo o estudo, as cadeias produtivas do agronegócio, de metalomecânica, construção civil e um grupamento de serviços ligados à petroquímica deverão crescer e se adensar de acordo com o avanço do empreendimento.
“Quando selecionamos essas cadeias, vimos a árvore de demandas da Refinaria e identificamos que elas terão que crescer a partir da instalação da Refinaria”, detalhou a economista Laura Carneiro.
Pela árvore citada pela pesquisadora, serão demandados serviços diversos, desde infraestrutura para a obra - a exemplo de montagem e manutenção de estruturas metálicas - até serviços gerais - como assessoria de imprensa, vigilância e segurança empresarial - o que se traduz em oportunidade de negócio para as empresas maranhenses.
De acordo com Laura Carneiro, os indicadores a serem monitorados poderão ajudar os órgãos públicos e instituições da iniciativa privada a identificar os “porquês” dos resultados, facilitando a busca de soluções para os entraves e a formulação de políticas adequadas.
Por último, o graduando Roberto Matos fez um apanhado sobre empreendedorismo, destacando temas como micro e pequenas empresas, formalização e empreendedorismo nos municípios do território de influência direta e indireta da Refinaria Premium I.

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