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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Construção da Refinaria Premium I poderá elevar o PIB do Maranhão

Renato Viana Waquim     novembro 29, 2011  Sem Comentários

 
O PIB do Ma deverá dobrar nos próximos 5 anos


O atual Produto Interno Bruto do Maranhão (PIB), que corresponde a R$ 39,855 bilhões, deve dobrar nos próximos cinco anos como efeito dos mais de R$ 100 bilhões em investimentos previstos para o estado nesse período. A projeção de crescimento do PIB foi anunciada ontem pelo secretário de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão, Fábio Gondim.

O PIB oficial do estado, anunciado ontem pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), corresponde ao ano de 2009. Mas, segundo Fábio Gondim, para 2010 estima-se crescimento de 10%; de 6,5% em 2011 e de 7,5% no próximo ano.

"O Maranhão vive um momento diferenciado, com grandes investimentos em todo o estado, nos mais diversos segmentos econômicos, com perspectiva de crescimento do seu PIB acima da média dos outros estados", analisou o secretário.

Nesse grande portfólio de investimentos, que já alcança mais de R$ 100 bilhões previstos para os próximos cinco anos no estado, destaque para a Refinaria Premium I, que está sendo construída pela Petrobras nos municípios de Bacabeira e Rosário.

A refinaria, que está em plena obra de terraplenagem, terá investimentos de R$ 40 bilhões e irá gerar 132 mil empregos diretos e indiretos. Quando entrar em operação - a primeira fase está prevista para 2016 e a segunda etapa para 2019 -, o empreendimento será o maior do Brasil e o quinto do mundo.
PIB 2009 - O PIB do Maranhão saltou de R$ 38,486 bilhões em 2008 para R$ 39,855 bilhões em 2009 a preço de mercado corrente, o que faz do estado a quarta maior economia do Nordeste, segundo os dados do Imesc/IBGE.

Apesar do aumento nominal em 2009, houve uma queda de 1,7% no PIB do estado como efeito da desaceleração na economia maranhense causada pela crise econômica internacional, que afetou o mercado de commodities agrícolas e minerais.

O presidente do Imesc, Fernando Barreto, disse que a queda no PIB em 2009 já era esperada no Brasil, como efeito da crise econômica iniciada no segundo trimestre de 2008. O recuo no país foi de 0,3%. Dos 26 estados mais o Distrito Federal, 10 registraram queda no PIB, dentre os quais o Maranhão.

A maior queda no PIB foi registrada pelo Espírito Santo, cuja economia, a exemplo do Pará, Minas Gerais e Maranhão, é pautada por projetos mínero-metalúrgicos. Também tiveram queda, os estados do Amazonas, Paraná, São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

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